Reunimos no Bondi Pavilion três das muitas figuras que fazem a cena musical do samba acontecer na capital de NSW: Edgee Ribeiro (Performing Brazil), Dimitri Carmello (Divino Samba) e Leo Barbosa (Bateria 61). Eles nos contam como shows, rodas de samba e apresentações de percussão fizeram o ritmo se transformar de exceção à rotina na vida dos brasileiros na cidade.
Quem frequenta a região de Bondi, em Sydney, está acostumado a ouvir samba, porque tem roda aqui e ali, e também alguns dos bares e restaurantes da região eventualmente oferecem um batuque.

E se a música é um soft power brasileiro, o samba concorre com a Bossa Nova como grande símbolo musical do país no exterior. Na Austrália, não é diferente. Rodas de samba estão presentes em diversas comunidades brasileiras em diferentes momentos. E desde o fim da pandemia que o ritmo está em alta, ao menos em Sydney. Está em outros lugares também, mas hoje vamos focar aqui na capital de Nova Gales do Sul.
A SBS em Português reuniu no Bondi Pavillion três das muitas figuras que fazem a cena musical do samba acontecer na capital de NSW.
O mais longevo deles, Edgee Ribeiro, vive na Austrália desde 1990. E desde sempre manteve um pé na música brasileira, em especial em rodas de samba. Atualmente ele é o líder do grupo Performing Brazil.

Dimitri Carmello, percussionista e um dos idealizadores do Divino Samba, que faz a ponte entre o samba de raiz e as novas gerações de brasileiros (e também com australianos) fãs do ritmo na Austrália.

E também Leo Barbosa, que há nove anos está na Bateria 61, onde hoje é um dos mestres dos ritmistas. Em março. ele e a Bateria 61 estiveram em Melbourne para o Encontro de Baterias, que reuniu sete grupos de diferentes cidades da Austrália, e também um da Nova Zelãndia. Mais de 150 pessoas mostrando a importância da cultura musical brasileira no coração de Melbourne

Neste bate-papo, cada um conta sua história e comenta a cena musical brasileira na cidade.
Edgee relembra que, nos anos 90, o samba estava inserido nos festivais de ritmos latino-americanos, mas, crescimento do número de brasileiros em Down Under, acabou ganhando demanda própria.
Dimitri enumero os grupos que tem feito acontecer a partir do boom dos últimos anos, mesmo com a interrupção da pandemia.
E Leo Barbosa conta como a Bateria 61 atrai pessoas de origens completamente distintas em torno da batida brasileira, e abraçados por um espírito comunitário e de pertencimento.
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