O maior vazamento de dados da história expõe corrupção global: há um português e muitos brasileiros na lista, incluindo Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, e o político João Lyra. Sete partidos brasileiros aparecem nos Panamá Papers, mas não o Partido dos Trabalhadores, da presidente Dilma. De Lisboa, Francisco Sena Santos conta o caso de Idalécio de Oliveira, o até aqui desconhecido magnate português, suspeito de beneficiar Eduardo Cunha, para facilitar contratos com a Petrobras.
Dos Panamá Papers, uma segunda pista de suspeitas de corrupção que ligam Portugal e Brasil: o caso das movimentações da Portugal Telecom no Brasil, que está a ser explorado pela investigação portuguesa ao ex-primeiro-ministro Sócrates.
Ouça aqui a reportagem.
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