Estas eleições europeias são o maior exercício democrático transnacional no globo: 370 mil eleitores em 28 países – um deles, o Reino Unido é certo que na porta de saída – estão a eleger os 571 deputados ao parlamento da União Europeia.
As sondagens anunciam grandes mudanças: o centro-esquerda e o centro-direita, que sempre se entenderam e formaram maiorias, desta vez vão ficar abaixo dos 50%.
Precisarão de alianças, provavelmente com os liberais e/ou os verdes, para poderem continuar a legislar.
É uma prova principal, o medir de forças dos partidos soberanistas – grupos nacionalistas conotados com a extrema direita - que deverão fazer uma entrada forte, podendo conquistar de 20 a 25% dos lugares.
Ao mesmo tempo há o teste interno em cada país.
Em Portugal, todas as sondagens anunciam vitória folgada do PS/Partido Socialista de António Costa e um resultado fraco para o PSD/Pertido Social-Democrata de Rui Rio.
Luta cerrada pelo 3º lugar entre dois partidos à esquerda e o CDS à direita.


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