Com cerca de 308 mil habitantes, Newcastle não é uma cidade grande no parâmetro brasileiro, mas está no top 10 de maiores aglomerados urbanos da Austrália.
É a segunda maior cidade de Nova Gales do Sul e tem importância estratégica na economia do país: o porto de Newcastle é o maior da costa leste e conecta o rio Hunter, o maior do estado, ao mar de Tasman - ou seja, ao Oceano Pacífico, onde desemboca o escoamento de boa parte da produção agrícola e mineral australiana.

Não por acaso Newcastle é um dos principais hubs de engenharia do país. Conectado a isso, há a Universidade de Newcastle, que costuma frequentar as listas das 200 melhores do mundo.

É este contexto que faz da região um atrativo pólo de imigrantes engenheiros. E, apesar de ser uma profissão majoritariamente masculina, há um grupo de engenheiras mulheres brasileiras que vivem, trabalham e prosperam na cidade.

Nesta reportagem da SBS em português, conversamos com Barbara Jardim do Nascimento, Caroline Oliveira, Julia Muniz e Sandy Quirino.
As quatro engenheiras brasileiras contam sobre como foram parar em Newcastle e as oportunidades que abraçaram na carreira.
Também falam como foi recomeçar na Austrália a profissão que tinham no Brasil, e relatam os obstáculos a enfrentar por serem mulheres em um ambiente tradicionalmente dominado por homens.
Neste quesito, elas dizem que a Austrália está passos à frente do Brasil no mundo profissional em que vivem, mas contam casos em que se deparam com machismo - o explícito e o estrutural.
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