A Austrália vai enviar dinheiro para a compra de armamentos para a Ucrânia, anunciou o primeiro-ministro Scott Morrison. Sem especificar a quantia, Morrison disse que enviará dinheiro à OTAN, a aliança militar de 30 países-membros liderada pelos Estados Unidos. O apoio à aquisição de material bélico não inclui o envio de tropas.
Segundo o primeiro-ministro Scott Morrison, o financiamento para compra de armas será adicionado ao equipamento militar não letal e suprimentos médicos australianos que já estão a caminho da Ucrânia.
O primeiro-ministro Scott Morrison confirmou a ação no domingo.
“Já estamos fornecendo apoio significativo em termos de ajuda não letal, mas acabei de falar com o ministro da Defesa e procuraremos fornecer todo o apoio que pudermos para ajuda letal por meio de nossos parceiros da OTAN, particularmente os Estados Unidos e Reino Unido.
“Estaremos trabalhando por esses canais porque essa é a maneira mais eficaz de fazer isso. Eles já estão fornecendo apoio nessas áreas e nós os ajudaremos com o que estão fazendo.”
Ele disse que a Austrália também vai apoiar os ucranianos refugiados, dando-lhes acesso prioritário em todo o programa de imigração do país.
Diversos países estão enviando armamentos para os ucranianos.
Além dos Estados Unidos, a Alemanha enviará à Ucrânia 1.000 armas capazes de destruir veículos de combate e 500 anti-mísseis do estoque das Forças Armadas Alemãs
Mais destaques do noticiário
- Mais um grupo de tropas americanas chegou à Letônia, que faz fronteira com a Rússia. O grupo se reúne aos 800 soldados americanos que já estão na região báltica.
- Alemanha, Estados Unidos, França, Canadá, Itália, Reino Unido e a Comissão Europeia decidiram cortar os bancos da Rússia do sistema internacional de pagamentos SWIFT.
- Um grupo de jogadores brasileiros que atuam na Ucrânia conseguira deixar a capital Kiev, junto com suas famílias.
- Um toque de recolher foi imposto na capital da Ucrânia até segunda-feira de manhã, horário local, para limpar as ruas dos danos e detritos de bombardeios e tiros. O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, diz que qualquer pessoa vista nas ruas será considerada um "sabotador" russo.
- Mais de 150 mil pessoas cruzaram as fronteiras da Ucrânia com países vizinhos desde 24 de fevereiro, revelou o alto comissário da ONU para Refugiados, Filippo Grandi. Metade foi para a Polônia e o restante buscou refúgio na Hungria, Moldávia e Romênia.
- Jogadores brasileiros que atuam na Ucrânia, e outras 50 pessoas, conseguiram pegar um trem para sair de Kiev e ir perto da fronteira da Polônia.
- Previsão de mau tempo e chuvas estão abrangendo quase 1.000 km da região litorânea de Nova Gales do Sul e Queensland, depois que o número de mortos pelas inundações aumentou para seis.
- Outras 24 mortes por COVID-19 foram registradas em toda a Austrália, com 17 em Victoria e sete em New South Wales.
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