O cineasta fala das dificuldades de se fazer cinema em Portugal, em meio à crise econômica, mas também daquela que ele considera a única vantagem: "menos pressão financeira e, com isso, filmes mais pessoais", nesta longa entrevista à Beatriz Wagner, da Rádio SBS da Austrália, durante o Festival de Cinema de Sydney do aqno passado, 2012.
Ele diz que quis trazer de volta, no filme, a inocência do espectador de tempos idos do cinema.
"Os espectadores de cinema hoje já sabem demais, sabem que é tudo mentira, já perderam a inocência."
"Gostava do filme buscar qualquer coisa da nossa infância e da infância do cinema", diz ele.
Mais informações do filme na Austrália: http://www.palacefilms.com.au/tabu/
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