A paranaense Júlia Soares é tratada pela técnica ucraniana Iryna Ilyashenko como uma futura campeã, talvez a sucessora de Rebeca Andrade.
Na primeira vez que participou de Jogos Olímpicos, Júlia chegou na final da trave, lançou um movimento com o nome dela (Soares1) e ainda se apresentou no solo, com o público aplaudindo e marcando o ritmo da apresentação.
Em comum com Rebeca, Júlia tem origem humilde. A mãe saiu de secretário em um serviço público que ganhava um salário mínimo, e foi trabalhar como empregada doméstica para ter flexibilidade de levar as filhas para os treinos, enquanto o pai trabalhava durante a semana e finais de semana para levantarem os recursos para uniformes e materiais esportivos.
Como Júlia mesmo disse em entrevista depois das finais no indivídual da trave, onde ficou em sétimo lugar: “O mundo que me espere”.

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