Organizações de caridade como o Exército da Salvação afirmam que a procura por ajuda por pessoas em situação-limite que vivem no país explodiu nos últimos meses; entidades sindicais dizem que aumento de 3,5% no salário mínimo é pouco demais para combater a situação.
O Exército de Salvação diz que a crise do custo de vida empurrou dezenas de milhares de australianos para a pobreza extrema.
A entidade pesquisou mais de 1.700 pessoas que usaram seus serviços nos últimos 12 meses e descobriu que 93% lutavam para pagar pelas necessidades básicas.
O Western Sydney Migrant Resource Center também notou um aumento na demanda por seus serviços, incluindo pessoas que dizem pular refeições por não ter como pagar por elas.
Em Melbourne, a Doxa Youth Foundation criou um acampamento rural a baixo ou nenhum custo para estudantes de famílias que não podem pagar por isso.
O movimento sindical do país diz que as pressões de custo de vida justificam um aumento de 7% no salário mínimo para os trabalhadores com salários mais baixos da Austrália.
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