Uma brasileira foi presa acusada de fraude durante operação policial que investiga fornecimento de drogas ilícitas no bairro de Redfern, em Sydney.
Julie Gessica de Souza, de 26 anos, foi presa na quinta-feira 6 de fevereiro, em uma casa em Coogee.
Ela faz parte de um grupo de 40 pessoas que foram indiciadas pela polícia de New South Wales durante a operação Strike Force Petal, que investiga o fornecimento de drogas ilícitas, incluindo heroína e metanfetamina, no bairro de Redfern.
A polícia de New South Wales acusa a jovem de seis crimes, entre eles, fornecimento de drogas, operação de produtos advindos da atividade criminosa, obtenção de vantagem financeira por meio ilícito e violação de liberdade sob fiança.

A polícia também vai alegar no tribunal que Gessica estava sendo paga por assumir pontos de demérito de outro infrator e por receber avisos de multas em nome de outro motorista, entre maio e setembro de 2019.
Desde dezembro de 2018 a polícia de Sydney formou uma operação para investigar a distribuição de heroína e metanfetamina/ice em Redfern.
Durante as investigações, detetives descobriram as fraudes alegadamente cometidas por Gessica.

Depois de ser presa e levada para a polícia em Mascot, ela se apresentou perante a juíza Allison Hawkins na Corte Local de Waverly.
Ela não apelou e teve seu pedido de liberdade sob fiança negado.
O caso da jovem será mencionado em uma audiência marcada para o dia 20 de fevereiro.

Problemas com a justiça datam de junho de 2019
A mesma operação Strike Force Petal fez uma blitz em junho de 2019 na casa onde Gessica suspostamente morava com o namorado australiano.
A polícia teria encontrado uma arma debaixo de seu colchão. Mais de 3 mil comprimidos Xanax e AU$ 1.000 estavam entre os outros itens supostamente encontrados pela polícia, informou o Daily Telegraph.
O namorado de Gessica, Jake Hudson, de 30 anos, foi acusado pela polícia de distribuir medicamentos para clientes por meio de aplicativos e mensagens criptografadas.
Gessica e Hudson foram acusados de permitir que o apartamento fosse usado para armazenar substâncias ilícitas e por porte de armas.
Na época, Gessica recebeu concessão de liberdade sob fiança.





