What is happening here? What do we- I
don't know, but I can't look away.
-Is Steve from HR here?
-I didn't invite him. Ugh, the fun police.
Este som que estamos ouvindo é o trailer
da comédia de Hollywood Balls Up, que
estreou nesta quarta-feira no streaming da
Prime Video. There's no better designer
than you, Elisha, but there's no better
salesman than Brad.
No Brasil, o filme ficou com o nome de
Bola Pra Cima e é justamente o Brasil
Os personagens de Mark Wahlberg e Paul
Walter Hauser são dois executivos de
marketing de uma empresa de camisinhas que
patrocinam uma hipotética Copa do Mundo
de futebol no Brasil. Mas algo dá muito
errado e eles passam a ser perseguidos, em
especial por um líder de gangue
interpretado pelo comediante inglês Sacha
Baron Cohen, famoso pelo personagem Borat.
Had to be our mascot, not some hot dog.
No elenco principal, também a atriz
portuguesa Daniela Melchior.
Balls Up é dirigido por Peter Farrelly,
que produziu comédias populares do cinema
americano como Debbie Lloyd e Quem Vai
Ficar com Mary.
Apesar de a trama se passar no Brasil, o
filme foi quase inteiramente gravado em
Queensland, palco de dezenas de filmes de
Hollywood nos últimos anos, por conta,
entre outras coisas, de benefícios
fiscais.
E no elenco de apoio, Balls Up contou com
o ator brasileiro Will Santana, paulistano
que mora na Sunshine Coast. É dele que
vamos falar agora.
-We're gonna die out here, aren't we?
-Nascido e criado no Capão Redondo,
periferia de São Paulo, Will tinha uma
carreira como ator de teatro no Brasil. Em
2013, ele arrumou as malas pra tentar a
sorte na Austrália, onde fez um pouco de
tudo. Trabalhou em restaurante, obras,
dirigiu carro de aplicativo e pensava que
os tempos de atuação tinham ficado para
trás. Mas uma oportunidade surgiu e ele a
agarrou com uma ponta na série australiana
The Other Guy. E aí as portas começaram a
De lá pra cá, Will fez o papel de um
imigrante ilegal brasileiro na série The
Twelve e dezenas de comerciais para marcas
famosas. Balls Up, ou Bola Pra Cima, é a
sua primeira participação em uma produção
de Hollywood.
Conversamos com Will Santana e aqui ele
conta como é trabalhar com gente do
tamanho de Mark Wahlberg e Sacha Baron
Cohen. Ele também contextualiza como
aquele estudante internacional vindo de
uma quebrada latino-americana conseguiu
cavar o seu espaço na indústria de
audiovisual de ponta aqui do outro lado do
planeta. Com vocês, Will Santana.
Will Santana, é um prazer ter você conosco
da SBS mais uma vez. A gente vem
conversando contigo desde 2019. Obrigado
por sua participação aqui conosco.
Obrigado você, Fernando, mais uma vez pelo
convite. É sempre uma honra falar com
Tô muito feliz com esse novo projeto aí
pra gente bater um papo.
participou do Balls Up, que no Brasil será
chamado de Bola Pra Cima.
Conta resumidamente pra gente qual é a
proposta da trama e conta um pouco do teu
É uma comédia no qual a gente já tá
sentindo falta há muito tempo, uma comédia
bem engraçada, bem escrachada mesmo. Pra
ser sincero, a última comédia boa mesmo de
que eu assisti foi o Hangover, né? E essa
agora, não é porque eu faço parte do
surpreender ainda mais. E se passa numa
Copa do Mundo, que acontece no Brasil.
-Hipotética, né?
-Hipotética, é.
E dois amigos, empresários, investidores
querem desenvolver um produto
e acabam entrando em enrascada e acontece
muita coisa engraçada. E eu espero que
todo mundo se divirta muito, porque eu me
diverti à beça gravando. Foi muito bom
E sobre o meu personagem, o Benício, eu
não posso dar muito spoiler, mas eu faço
parte de um, de uma gangue, que quem é o,
o chefe da gangue é o, o Sacha Baron
Cohen, pra quem aí deve conhecer como o
Borat. Foi um prazer enorme trabalhar com,
com essas pessoas, o Mark Wahlberg, o
Sacha, o Paul Walter, sendo dirigido pelo
Peter Farrell. Foi, assim, muito
gratificante e vou dizer que foi
fácil, porque eu entrei num time já de
alto nível, foi simplesmente jogar a bola,
matar no peito e sair jogando. Foi muito,
muito, muito bom mesmo. E, e é risada
-garantida.
-O elenco tem Mark Wahlberg e o Paul Walter
Hauser nos papéis principais, tem o Sacha
Baron Cohen e a portuguesa Daniela
Melchior também, né? Eu quero saber com
você como é trabalhar com esse povo,
assim, como era a relação com eles, como
funcionava a dinâmica.
De início, como que eu vou lidar quando eu
ver o Mark Wahlberg? Será que eu vou
gravar com o Mark Wahlberg? Será que eu
vou falar com o Sacha? E cê fica meio
apreensivo, né? Como é que ele-- eles vão
me tratar e tudo. E quando chegamos lá,
toda a produção nos trataram muito bem,
como deveria ser mesmo.
assim que soube das cenas que iríamos
contracenar juntos,
ele veio, conversou, perguntou: "E aí,
como é que cê tá? Tudo bem?" Então ele já,
logo de início, já deixou tanto eu como
os outros rapazes que fizeram parte do
grupo de filmagem dessa gangue, né, dos
Henchmens,
já foi deixando mais tranquilo, já foi
deixando bem mais calmo. E o Peter
como esse cara consegue dirigir fácil e
entregar exatamente o melhor do ator.
a gente só precisava estar lá preparados,
concentrados e dar o nosso melhor. Tava um
clima tranquilo, tava um clima bom, tanto
entre os atores como com a produção. A
gente gravou muito com o Mark e com o
Paul, né?
E aí chegou o momento de gravar com o
Sacha, e aí todo mundo: "Caramba, o Sacha
Baron vai chegar, vai chegar, é o homem, é
o homem."E aí
e ele na hora de gravar assim, ele se
transforma de um jeito e faz muitas,
muitas piadas engraçadas.
E aí na hora que ele sai de cena, ele já
parece que é outra pessoa assim, aí cê
fica meio: "pô, será que ele é, é muito
sério? Será que ele é muito bravo?" E aí
quando pensou que não, o cara tá chamando
você pra ensinar samba, pra ensinar o
português, pra ensinar coisas do Brasil.
Então ficou um clima muito, muito legal.
Até hoje, é, eu agradeço que a gente tem
contato com o Sacha, com, com o Paul
Walter pelo WhatsApp, é algo que eu nunca
imaginei na minha vida ter.
Tô muito ansioso pra ver o f-o filme,
espero que todos vocês se divirtam e eu
não tenho dúvida que será algo muito,
muito, muito legal mesmo.
O filme ele foi gravado em Queensland, ao
menos parcialmente, né? Conta pra gente
exatamente onde foi gravado, em qual
estúdio aí, em qual região e quanto tempo
-demorou.
-A produção toda demorou por três meses. Eu
e foi na região de Gold Coast, algumas
coisas em Brisbane, uma cena ou outra em
Ipswich, se eu não me engano, mas eu não
fiz parte dessa cena. Mas a maioria foi
Gold Coast, nos estúdios de Gold Coast e
na região. E assim que eles terminaram o,
o filme, algumas cenas, poucas, foram
gravadas lá no Brasil mesmo. Eles pegaram
algumas imagens do estádio, algumas cenas
assim reais mesmo do Brasil. Mas o cenário
que eles fizeram aqui, que tudo, to-todo
pra produção pra fazer realmente parecer o
Brasil foi algo incrível, foi muito bom.
Perfeito. Tem alguma história engraçada,
alguma situação pitoresca que tenha
acontecido aí que, que você possa
compartilhar?
Pô, história engraçada, pitoresca.
As gravações todas eram muito, muito
engraçadas, né, cara. Uma das cenas que eu
agora acho que eu não posso falar, é com
o Sacha, que ele quando começa a
improvisar, ele não para. E aí o diretor
falava pra todo mundo: "deixa ele ir,
deixa ele continuar". E aí ele ficou pelo
menos por uns 25 minutos improvisando e a
gente querendo rachar o bico. A gente
escutava a produção lá do fundo dando
risada, e todo mundo: "psh, fica quieto,
fica quieto.
Deixa o homem soltar as piadas". E aí
quando o Peter falou: "corta, meu Deus",
todo mundo caiu no chão assim de dar
risada, de chorar. Então eu tô muito
curioso pra ver a cena no qual a gente
-captura o Mark. Meu, é muito engraçado.
-Ele é famoso por isso, né, o Sacha Baron
Cohen, é, de, de ser um cara com uma
capacidade de improvisação. O Borat e o
Bruno são dois filmes que muito se fiam
nisso, né? Eu imagino que seja um
aprendizado enorme pra você ver isso
acontecer na sua frente.
Sim, sim. Foi muito bom porque eu consegui
ver vários tipos de atuação. Tanto o
Sacha fazendo improvisação de todas as
cenas dele, como o Mark. O Mark ele é
al-alguém muito concentrado. Todos são
muito profissionais, mas o Mark ele vai na
linha assim, na risca. Ele-- se você
falar pra ele: "corta, Mark, a gente vai
voltar exatamente naquele ponto que
cortamos", ele sabe exatamente onde que
tava o dedo mindinho dele. Então ele tem
um controle do corpo dele, das falas, do
movimento, de tudo, que é impressionante.
Então pra mim foi muito bom. Eu aprendi
muito e agradeço muito pela oportunidade,
porque, é, vou levar pra sempre, cara.
Will, você já atuava no Brasil, né?
Conta pra gente um pouco do que você fez
lá antes de migrar pra Austrália.
Trabalho como ator desde o ano 2000, como
profissional.
E eu tinha 23, 24, por aí. E aí, no
Brasil eu trabalhei muito com teatro. Eu
viajei o Brasil, viajei São Paulo e
região, interior, tudo fazendo muito
teatro escola, teatro empresa,
E eu não tinha muito o foco da, da TV e
cinema no Brasil, apesar de ter feito
porque o teatro me deixava muito ocupado,
era o que me dava o dinheiro no Brasil,
né? Graças a Deus, amo teatro
e peguei uma paixão muito grande pelo
cinema,
mais quando eu vim aqui pra Austrália,
porque pra fazer o teatro eu tinha um
bloqueio, até porque eu vim pra cá sem o
inglês.
No começo, quando eu fazia as auditions,
né,
era um, um problema por causa da, do meu
accent. E eles sempre pedem pra você fazer
o American accent ou o Australian accent.
E eu
sempre vou ter um, um South American
accent. Por mais que eu tente, por mais
que eu fa-- eu faço accent reduction, eu
estudo, ainda tento fazer a minha evolução
com a língua inglesa, mas ainda continuo
tendo.
E eu, e eu acho que eu quero continuar
tendo o meu, meu accent, porque isso é um
diferencial pra mim. E no teatro, acabou
que aqui na Austrália
eu tive um pouco mais de dificuldade pra
conseguir entrar. Mas em outra mão, não é
que foi fácil, mas eu tive um pouco mais
de abertura pra poder entrar no cinema, em
fazer comerciais, fotografia, outras
coisas que no Brasil eu não tive muito
-Você migrou pra Austrália em que ano?
-Em 2013.
Então você tá aqui há 13 anos agora.
-Imagino que você fez de tudo, né?
-Nossa, eu já tive várias profissões aqui.
Trabalhei em obra, trabalhei em
restaurante, trabalhei
em delivery, trabalhei de Uber. [riso]
Trabalhei de tudo que cê pode imagina--
posso imaginar. E hoje em dia eu tenho um
restaurante chamado La Casa Beach Bar, em
Mooloolaba Beach, aqui em Sunshine Coast.
E além do restaurante, eu tenho também uma
academia de artes marciais, boxe, MMA e
jiu-jitsu. E vai começar agora a capoeira,
porque isso foi algo que eu quis muito
trazer a nossa cultura, capoeira. Consegui
achar um pessoal legal pra introduzir a
E eu dou aula de jiu e fico no restaurante
e fa-- quando tem as minhas auditions,
quando tem os meus trabalhos, graças a
Deus eu consigo organizar o meu tempo.
Aqui na Austrália, enquanto você fazia
todas essas profissões pra pagar suas
você perseguiu a sua paixão, que é atuar.
Você chegou a atuar numa série chamada The
Other Guy e depois na The Twelve, na qual
você interpretava o imigrante ilegal
brasileiro que passava por um acidente de
trabalho e era sacaneado pelos patrões,
que resumidamente é isso, né?
-Exatamente.
-Como você conseguiu entrar nesse mercado?
Existe um bloqueio enorme, aí, uma
dificuldade enorme. Conta pra gente como
foi esse processo de conseguir romper essa
barreira.
Interessante. Eu não sei muitas pessoas
quais são os caminhos delas, mas eu tinha
meio que desistido de seguir a carreira de
ator aqui na Austrália
e eu já tinha decidido que eu ia ficar. Eu
tenho uma filha aqui, agora tô com a
minha outra filha e eu falei: "meu, tô com
a minha família aqui e eu vou fazer de
tudo pra poder ficar por aqui e dar
certo".
E aí, como eu não estava conseguindo
entrar no audiovisual, no teatro, eu
falei: "vai ser muito difícil, porque o
meu accent vai ser uma pedra pra eu poder
eu comecei a fazer vários outros tipos de
trabalho e um dia, um amigo meu, o
Morganti, nunca vou esquecer isso, sempre
vou citá-lo, mandou pra mim no, no, no
WhatsApp, falou: "Will, agora chegou sua
vez, cara.
Olha aqui, ó, tão precisando de
sul-americanos".
eu já tinha cadastro em todo-- no, na onde
eles tavam pedindo pra mandar o material.
meio que desacreditado, assim. Já tava
conformado comigo mesmo que eu
não, não iria correr tanto pra fazer arte
aqui na, na Austrália, até porque eu já
tinha percorrido muito tempo no Brasil e
foi muito difícil conseguir conquistar
alguma coisa lá. Eu tava até bem lá.
Quando eu vim pra Austrália começar do
zero, eu pensei: "vai ser muita, muita
E aí quando eu fiz esse teste, foi pra um
personagem já com falas
e grande, o personagem grande, devia
participar de uma série chamada The Other
Guy, participando de seis episódios
e eu peguei o personagem. E a partir desse
momento que eu peguei esse personagem, eu
fiz muitos contatos com a produção. O
autor e o, o ator principal, que é o, o
ele é meu amigo pessoal hoje. Então quando
surgiu algumas outras oportunidades que
ele sabia que era o meu perfil, ele
falava: "pô, eu conheço o Will. Pessoal,
dá a chance pro Will, ele é muito bom".
E aí teve a, a Gracie Otto, que era a
diretora também, que ela além de fazer a
série, ela fazia vários comerciais e em um
dos comerciais ela me mandou mensagem,
falou: "Will, tô com seu material aqui, já
vou falar pra eles que eu quero você".
Então começou a me abrir portas, né? As
pessoas começaram a conhecer o Will. E aí
depois disso, meu agente também começou a
acreditar no meu potencial. Então ele
começou a me encaminhar pra mais
trabalhos. Ele começou a ver que eu
comecei a pegar vários comerciais, peguei
uma série, ele falou: "não,
vou começar a mandar o Will pra
praticamente tudo que eu receber aqui". E
eu comecei a pegar muito trabalho.
Tanto é que eu mudei de agente faz uns
dois anos, mais ou menos. E esse meu novo
agente, que é o Frank Hansen, ele pediu
pra gente ter uma estratégia. E ele falou:
"Will, você já fez muito comercial.
Você precisa parar um pouco com o
comercial. Sua imagem precisa ficar um
pouco desvinculada de algumas marcas, até
pra daqui algum tempo você poder voltar a
fazer mais comerciais, fazer mais
dinheiro, porque realmente
é uma grana boa, mas você já tem muito
contrato, pode dar conflito de interesse,
dá um break". E aí foi nesse break que eu
comprei o restaurante
e eu comecei a trabalhar muito, muito,
muito. Isso eles me mandando pra vários
testes de filmes ainda. O ano passado eu
mandei mensagem pra eles e falei: "ó, faz
pelo menos uns dois anos aí que eu não tô
fazendo comerciais,
bora continuar fazendo?" E eles falaram:
"agora pode continuar". Então a partir do
ano passado até agora, voltei a fazer
vários comerciais e fui pegando filme,
peguei duas séries, o The Twelve, que
passou na Foxtel and Binge, do imigrante
que também teve uma visibilidade muito
boa, era um personagem um pouco menor do
que o, o da primeira série,
mas que teve uma visibilidade enorme,
assim, até por causa do elenco. A Foxtel
and Binge ganhou premiação no AACTA
Awards. E aí depois desse filme, um short
filme com o Carlos Sansoni, que foi pra
Cannes, que foi pra vários lugares aí, foi
premiado. E aí surgiu, graças a Deus, a
oportunidade de um filme de Hollywood.
E tamo aí. Falo sempre, né?
A gente tem que tá preparado, porque a
gente nunca sabe quando vai chegar essa
-oportunidade.
-Will, o The Other Guy,
-resume pra gente um pouco do enredo.
-O The Other Guy, ele passa na Eastern
É uma série de relacionamento, um cara que
vai ter um filho e, e tá desempregado e
briga com a mulher. Conta a história mais
ou menos real da vida do autor. O Matt
Okine é um comediante muito famoso aqui na
Austrália
e ao mesmo tempo que tem esse drama
familiar, esse drama de relacionamento,
ele também tem a parte de comédia. Então é
mais uma comédia que eu faço aqui na
-Austrália.
-Maravilha. E quais empresas cê já fez
comercial? Eu sei que é um monte, porque
eu te sigo no, no Instagram, mas meu, só
pra você dar um resumo aí pra, pra, pras
pessoas tentarem associar: "ah, já vi esse
Cara, agora, no, nesse exato momento, tem
um da Toyota que tá no ar,
mas eu já fiz do Commonwealth, eu já fiz
do Qantas, da Rebel,
American Express. O que mais que eu fiz?
Ah, meu Deus do céu, são muitas.
Já tá bom, já. Você tomou no macabou, já
tá, tá maravilhoso
imagine uma pessoa que agora é tipo o Will
de 2013, que tá chegando agora na
Austrália, mas que ou teve um, uma
carreira já no Brasil, um princípio de
carreira, ou que sonha entrar aqui. Que
dica você dá pra essa pessoa, pra essa
pessoa tentar entrar na área de atuação na
Austrália?
Ah, a dica que eu gostaria de ter escutado
naquela época, cara: estuda, continua
tenta fazer parte de pessoas que estão com
o mesmo sonho pra vocês compartilharem
Por mais que você tenha que trabalhar em
outras coisas, tenta tá es-- aperfeiçoando
O inglês é primordial, seja pra atuação,
pra qualquer carreira. A partir do momento
que você tá com o inglês legal, as, as
portas vão se abrindo. Qualquer carreira
que for, continua estudando, não para.
Essa é uma coisa acho que do brasileiro,
né, cara, de estar sempre bem preparado,
mas o principal é estar rodeado de pessoas
que tenham o mesmo mindset, cara.
Desejo muito sucesso pra você, muito feliz
de ter um brasileiro fazendo as coisas e
ralando bastante e conseguindo. Um grande
abraço pra você, até a próxima entrevista.
Meu, muito obrigado. Obrigado a todos
vocês aí da SPS e até a próxima.
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